Tabacomaniafobia

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O alvo preferido de um tabacomaniafóbaco

Tabacomaniafobia é o medo irracional de viciados em cigarro. Qualquer pessoa normal, que não é fumante, odeia o fedor do cigarro, e faz tudo o que pode para evitar que seus entes queridos caiam no vício do cigarro. Até aí tudo bem. Mas um tabacomaniafóbico transforma o natural horror ao cigarro ao ódio aos fumantes, muitas vezes de forma violenta. Os casos de ataques tabacomaniafóbicos costumam ser abafados pela imprensa, que dá muito mais destaque aos ataques homofóbicos e racistas.

História[editar]

Uma senhora fumante após se encontrar com tabacomaniafóbico

Desde que a propaganda de cigarro foi proibida nos meios de imprensa - aliás, uma grande vitória dos tabacomaniafóbicos, na época com a cumplicidade da comunidade médica e dos traficantes de drogas - os tabacomaníacos perderam o apoio dos meios de comunicação, já que a única ética que eles seguem é servir ao dinheiro e aos anunciantes, e como não tem anunciantes de cigarro, eles que se fodam.

No entanto, os casos existem, e devem ser relatados. Em 1998, B.T.S. estava fumando em um ônibus, e, ao ser importunado por um tabacomaniafóbico, disse que pararia de fumar assim que acabasse seu cigarro. O agressor, porém, não quis esperar, e o arremessou para fora do veículo, em movimento. Um caso mais grave aconteceu em 2004. Em uma situação semelhante, C.A.F. foi arremessado de um avião, também por não querer apagar seu cigarro. A tragédia foi maior porque, com a despressurização, o avião perdeu o controle e caiu, provocando a morte de 187 passageiros e tripulantes.

Em 2009, D.B.H. estava fumando em casa, mas a fumaça estava indo até o apartamento do vizinho. Este, um tabacomaniafóbico radical, depois de reclamar, sem sucesso, com o síndico, arrombou a porta do apartamento de D.B.H. e matou-o com 6 tiros de revólver. No julgamento, ele alegou que não havia atirado em D.B.H., mas apenas no cigarro, tentando apagar o cigarro. Como o júri era formado de outros tabacomaniafóbicos, ele foi absolvido, e ainda ganhou dois milhões de reais do Estado por indenização, pelo tempo que passou preso e sendo obrigado a fumar o cigarro de carne dos companheiros de cela. Em 2010, foi organizada, em São Paulo, uma passeata de protesto contra a tabacomaniafobia. Um motorista, porém, tabacomaniafóbico radical, avançou seu carro contra os pacíficos tabacomaníacos, atropelando 10, sendo que um deles morreu de traumatismo craniano. O motorista fugiu, sob o aplauso da multidão.

Ver também[editar]