Disquete

De Malucopédia
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Cerca de dez anos antes de qualquer zé mané pobretão andar por aí com um pen drive no bolso, informações digitais móveis eram armazenadas em um disquinho de plástico envolto em um quadrado conhecido como disquete.

Características[editar]

Este disquinho armazenava cerca de mil vezes menos informações que um pendrive e tinha uma vida útil de mais ou menos uma semana ou três regravações, depois ia para a lixeira ou para uma caixa bizarra conhecida como porta-disquete, onde centenas deles juntavam poeira. Devido a sua baixíssima vida útil, os mesmos dados eram copiados de um disquete para outro num espaço de cinco dias, o que deixava os nerds profissionais da informática com uma dúzia de cópias de backup do mesmo disquete para o caso de um apocalipse internético.

Problemas frequentes do disquete[editar]

  • Como a capacidade de armazenamento do disquete não era suficiente nem para salvar uma cópia de Street Fighter II (a menos que estivesse zipada) era comum ver a tenebrosa caixa de diálogo "Este disco está cheio ou protegido contra gravação. Por favor insira outro disco", o que causava acessos de ira em noobs que disperdiçaram 2 reais no maldito disquinho.
  • Tambem era comum ver a infame mensagem "insira disco na unidade A:\" mesmo com desgraçado inserido na tal unidade, o que significava que o disquete estava morto e você tinha que ir até a loja de conveniencias mais próxima comprar um novo.

Tipos de disquete[editar]

Havia dois tipos de disquete: o de 3 polegadas vermelhas e meia, que era inserido na infame unidade A, e o de 5 polegadas e um terço, que era inserido na unidade B. Na prática o de 5 polegadas morreu muito antes do de 3, de modo que a "unidade B" só existia na tela do computador, e foi mantida lá em respeito ao falecido.