Marcelo Valle Silveira Mello

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Marcelo preso (tadinho!) Cosplay de bandido!

Marcelo Valle Silveira Mello (Brasília, 9 de agosto de 1985), também conhecido pelos apelidos de Marcelo Maluco, Psy, Batoré, Psycl0n, Ash Ketchum e Psytoré, é um cracker cancro brasileiro, conhecido por ter sido preso e condenado e preso e condenado novamente por crimes de ódio na internet. Depois da condenação começou a assinar as mensagens criminosas com apelidos como "Psycl0n", "KetchumA" e "BRKO3D". Marcelo foi preso nas operações Intolerância e Bravata da Polícia Federal e cumpre pena de 41 anos de prisão no Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde come marmita e toma banho frio. Atualmente o advogado do Marcelo está alegando insanidade mental do cliente para tirá-lo da cadeia. Marcelo também foi condenado a pagar mais de 1 milhão de reais em reparação de danos. Em outras palavras, Marcelo Valle Silveira Mello é um bosta que está preso em um presídio de segurança máxima.

Filho de uma servidora pública biruta do Serviço Federal de Processamento de Dados (totalmente doida, que foi internada em uma clínica psiquiátrica e que trabalhou para o ex-presidente Lula), Marcelo, que perdeu o pai na infância, cresceu em Brasília e fez tratamento psicológico e tomou remédios de tarja preta desde os 16 anos de idade. Foi criado pela avó e como toda criança criada pela avó, sempre foi muito mimado, um piá de prédio. Estudou nos melhores colégios particulares de Brasília, onde foi vítima de bullying. Até uma professora da escola chamava ele de Marcelo Madureira, porque ele era parecido com o humorista Marcelo Madureira do Casseta e Planeta. Marcelo recebeu o apelido de Batoré na cadeia por causa de outro humorista, da Praça é Nossa, que sempre dizia: "Você acha que é bonito ser feio?" Marcelo também morou na Asa Sul de Brasília, frequentou os melhores restaurantes, enfim, foi um playboy. Depois se mudou para um condomínio de luxo em Curitiba.

Marcelo ingressou na Universidade de Brasília, após passar no vestibular para o curso de Letras, em 2005, e na Universidade Católica de Brasília, em 2006, onde se formou em Ciência da Computação. Marcelo estudou japonês por um semestre no curso de letras da UnB porque é um Otaku, leitor de mangás e telespectador de animes. Marcelo é tão obcecado pela cultura japonesa que chegou a viajar para o Japão, considerado por ele um povo (e uma raça) superior ao brasileiro. Quando a Polícia Federal fez busca e apreensão na casa do Marcelo em Curitiba encontrou vários mangás eróticos, uma coisa bizarra, como se Marcelo batesse punheta para as personagens dos animes.

A trajetória criminosa de Marcelo teve início em 2005, quando ele publicou uma sequência de ofensas contra negros em um fórum da Universidade de Brasília, no site de relacionamentos Orkut. Por meio da Internet, Marcelo fazia comentários pejorativos sobre os colegas aprovados por meio do sistema de cotas, sobre o cabelo dos negros, a cor da pele e o tamanho dos beiços. Foi processado e condenado, em 2009, a um ano e dois meses de prisão por crime de racismo praticado pela internet, sendo o primeiro brasileiro condenado por esse tipo de crime.

Nos anos seguintes, Marcelo aprofundou seu arsenal de ofensas e ampliou o leque das vítimas. Distribuía ameaças de morte e, aos poucos, passou a concentrar suas mensagens no site "Silvio Koerich", motivador da prisão. Até então, ele mudava frequentemente o veículo usado para divulgar suas ideias, o que dificultava o rastreamento. Passou a fazer intimidações diretas e as ameaças de morte citavam aspectos da vida pessoal das vítimas, inclusive dos filhos. Marcelo foi preso junto com o comparsa Emerson Eduardo Rodrigues, conhecido como Pedola. Depois de sair da cadeia Marcelo e Emerson brigaram porque Marcelo tem curso superior (em Ciência da Computação) e Emerson não tem (é um técnico de informática que finge ser engenheiro nas redes sociais) e por isso Marcelo teve algumas regalias e privilégios na cadeia, como tomar banho de sol todos os dias, assistir televisão, ouvir rádio, assistir a missa da pastoral carcerária e ter encontros íntimos com um negão travestis.

Formado em Ciência da Computação, Marcelo gostava de alardear sua capacidade de fraudar cartões de crédito, que ele usava para comprar mangás, assistir animes na Netflix e sair com travestis. Seu traveco preferido era um negão de dois metros uma morena rabuda.

Marcelo participou, como testemunha de acusação, convidado pela Reitoria da Universidade de Brasília, de processos disciplinares de expulsão de alunos que participaram de movimentos sociais. Os movimentos sociais sempre incomodaram a Reitoria da Universidade de Brasília, que já foi processada mais de uma vez pelo Ministério Público Federal (presume-se que o reitor da UnB era olavete). Marcelo era "amigão" dos movimentos sociais, da reitoria e do reitor da UnB e nunca foi usado como testa de ferro e bucha de canhão para perseguir alunos petistas e comunistas.

Também fez ameaças de morte ao ex-deputado federal Jean Wyllys, que fugiu do Brasil com medo do Marcelo.

Em homenagem ao Marcelo foi criado o grupo terrorista UR-MV (Unidos do Realengo - Marcelo Valle), acusado de fazer ameaças de morte aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), provando que o Marcelo tem sérios problemas psicológicos, psiquiátricos e mentais, já que seu advogado impetrou um habeas corpus para libertar o cliente doidão no Supremo Tribunal Federal.

Marcelo é uma unanimidade na internet. Tem verbetes na Wikipédia, na Desciclopédia, na Wikinet, na Metapedia, na EverybodyWiki e na Malucopédia, ou seja, em praticamente todas as Wikis. No Google são mais de 2.790.000 resultados com o seu nome, ultrapassando os resultados de busca por Olavo de Carvalho, Nando Moura, Felipe Neto e outras celebridades do mundo digital. Seus crimes são conhecidos mundialmente em diversas línguas da Wikipédia.

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