Lewis Carroll

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Lewis Carroll (27 de janeiro de 183214 de janeiro de 1898) era o pseudônimo artístico do matemático, diácono anglicano e fotógrafo especializado em pedofilia Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido hoje em dia pelos vários filmes ruins feitos com base na sua história Alice no País das Maravilhas, que conta a história de uma garota de 12 anos a quem ele deu uma substância alucinógena, abusou sexualmente, tirou fotos dela nua, e, depois quando ela saiu do transe, inventou uma história maluca de que tinha caído em um buraco indo atrás de um coelho (tinha que justificar a roupa ensanguentada).

Matemático[editar]

Charles Dodgson era matemático, e publicou vários textos sobre matemática e lógica matemática, mas estes textos eram uma merda, porque ele escrevia estes textos sóbrio. Seus melhores textos de lógica matemática, porém, estão incluídos nas histórias pornográficas pedófilas Alice no País das Maravilhas e Alice no País do Espelho, além de outros contos menos conhecidos e que só sobreviveram até os dias de hoje porque ficaram guardados nas coleções de psicológos que estudam a mente dos pervertidos sexuais molestadores de crianças.

Diácono[editar]

Como diácono, seu trabalho na igreja anglicana era de orientar os jovens.

Ele dizia gosto muito de crianças, menos dos meninos[1], então ele foi designado para receber as meninas pré-adolescentes que entravam na igreja.

Seu trabalho era fazer o cadastro das meninas, e ele aproveitava isso para tirar fotos delas nuas, com o argumento lógico irrefutável de que Adão e Eva vivam nus antes do pecado original, e que as pessoas nascidas de novo em Cristo foram limpas do pecado original, portanto devem voltar à pureza inicial do Paraíso.

Fotógrafo pedófilo[editar]

Dodgson usava suas habilidades lógicas para seduzir e violentar meninas de até 12 anos de idade, e depois conseguia convencê-las, pela lógica, de que ele não tinha feito nada. Algumas das fotos das meninas nuas podem ser vistas no maior repositório mundial de pornografia pedófila.

Caso com Alice[editar]

Uma das taras de Lewis Carroll era rasgar a roupa de Alice

Seu caso mais duradouro e famoso foi com Alice Liddell, que foi sua namorada dos sete aos doze anos, quando começou a ganhar corpo de mulher e passou a desagradar a Dodgson.

O livro Alice no País das Maravilhas foi inicialmente concebido como a desculpa esfarrapada que Alice daria aos seus pais pelo longo tempo em que ela ficou sumida, junto com o seu namorado pedófilo; mas como a história colou, Dodgson resolveu comercializar e ganhar dinheiro com ela - afinal, mais dinheiro é sempre bom para comprar as governantas das garotinhas.

Referências e outras babaquices[editar]

  1. Pior é que é verdade
  • Várias imagens de pornografia infantil, de autoria de Dodgson (atenção: conteúdo restrito a adultos. Não visite se você for menor de 18 anos, ou se você vive em um país que pode mandar prender você como pedófilo apenas porque clicou, sem querer, em um site pedófilo - e isso inclui o Brasil!)